Educadores farão paralisação em protesto contra PL 257/16 - DOURADINA NEWS - 5 ANOS NA LIDERANÇA!

22º min
32º min



Douradina - MS, segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Educadores farão paralisação em protesto contra PL 257/16

Publicado em: 11/08/2016 às 18h49

douradosnews

Assembleia ocorreu na sede da Fetems, em Campo Grande - Foto: Divulgação

A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) e seus 73 sindicatos filiados, em Assembleia Geral, realizada hoje (11) na sede da entidade, deliberaram que no próximo dia 16, terça-feira, os trabalhadores e trabalhadoras em educação farão um dia de paralisação na luta por direitos da categoria.

De acordo com o presidente da entidade, Roberto Botareli, o momento é de luta contra a retirada de direitos trabalhistas.

"Vamos para a rua denunciar a postura dos deputados federais de MS que votaram a favor da PL 257/16 e defender os nossos direitos. Essa foi a decisão da nossa instância maior, a Assembleia Geral e enquanto direção da Federação vamos encaminhar", afirma.

Na data estipulada, haverá mobilização na parte da manhã, saindo da Praça do Rádio, em Campo Grande, a partir das 9h, depois um almoço coletivo na própria praça e a partir das 14h os trabalhadores se encaminharão para uma Audiência Pública sobre a PL 257, na Assembleia Legislativa.

Pautas

Uma das pautas da paralisação é contra o Projeto de Lei Complementar 257/16, que trata da renegociação das dívidas dos estados e do Distrito Federal com a União. Apesar de ter sido retirado do texto a restrição do reajuste dos salários dos servidores públicos por dois anos, a manutenção do teto de gastos, se aprovado, resultará no congelamento de salários e de investimentos dos estados, acredita a Fetems.

A federação inclusive aprovou repúdio contra os deputados federais Henrique Mandetta (DEM), Elizeu Dionizio (PSDB), Tereza Cristina (PSB) e Carlos Marun (PMDB), que votaram a favor da PL 257.

Outro ponto é contra a PL 4.567/16 que retira da Petrobras a exclusividade das atividades no pré-sal. O texto também acaba com a obrigação de a empresa entrar com ao menos 30%, dos investimentos em todos os consórcios de exploração da camada.