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Douradina - MS, quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Atividades de Somar e Subtrair História da Matemática

Sobrevivência do transporte depende do Corredor Bioceânico Ferroviário

Publicado em: 07/08/2017 às 17h55

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Rumo assumiu malha ferroviária em 2015 e, desde então, investimentos caíram em MS - Paulo Ribas

Depois de dois anos de briga e longo período de suspensão quase que total do transporte ferroviário em Mato Grosso do Sul, a empresa Rumo retomou as operações em todo o trecho sul-mato-grossense.

Conforme o secretário de Estado de Meio Ambiente e  Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, as operações foram retomadas há pouco menos de dois meses, depois de intervenção da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Porém, com nível de transporte bem abaixo. “Hoje, a empresa opera em todo o seu trecho. Precariamente, até mesmo porque se trata de uma estrutura precária, que tem a necessidade de trocar 55% dos seus dormentes, trilhos, etc.”, destacou.

Segundo o secretário, a companhia opera com três contratos: Fibria, para a exportação de celulose de Três Lagoas para o Porto de Santos (SP); Vale, do morro para o Porto Esperança, trecho de 70 quilômetros, e Arcelor Mittal, trecho de Bauru (SP) a Corumbá. 

A empresa também chegou a operar com a Eldorado Brasil, por terminal de Aparecida do Taboado. Mas o contrato foi suspenso.

Conforme levantamento feito pelo governo do Estado para compor o Pacto pelo Desenvolvimento da Rede Ferroviária, firmado com a Rumo no ano passado, a capacidade atual da malha ferroviária de Mato Grosso do Sul é de cinco milhões de toneladas. Porém, poderia chegar a 14 milhões de toneladas se houvesse recuperação desse trecho de cerca de mil quilômetros.