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Reinaldo diz que não cederá pressões e que Sigo é mais uma herança de Puccinelli

Publicado em: 15/09/2016 às 13h36

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Governador durante assinatura de contrato do projeto Mãos que Constroem - Foto: Chico Ribeiro

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) usou o termo ‘herança’ mais uma vez para apontar ações iniciadas na gestão André Puccinelli (PMDB) e que estariam causando ‘dor de cabeça’ a seu governo.

O problema dessa vez é em relação ao Sigo (Sistema Integrado de Gestão Operacional), que deixou de funcionar desde segunda-feira (12), veja aqui. A ferramenta é utilizada por organismos de segurança do Estado, principalmente para investigações criminosas e registros de ocorrências.

Em entrevista à imprensa na manhã desta quinta-feira (15), na Capital, Reinaldo disse que só renovará o contrato com a empresa desenvolvedora do software mediante a segurança jurídica e afirmou que não irá ceder a pressões.

"Só vamos renovar o contrato, que herdamos do governo anterior, com toda a segurança jurídica. A empresa domina o sistema, isso é uma das falhas que o Estado tem. Como você fica refém de uma empresa?", afirmou.

De acordo com o Midiamax, esta é a terceira vez que o sistema é retirado do ar pela empresa neste ano.

Desde o primeiro problema, governo e Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) declararam que resolveriam a falta de pagamento pela renovação de contrato. Cinco meses depois, o problema continua.

Em operação no Estado desde 2006, o Sigo é um software disponibilizado por uma empresa terceirizada, utilizado pela Sejusp para armazenar dados das ocorrências atendidas pela Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outras unidades de segurança do Estado, tendo como objetivo dinamizar o atendimento à população. O Sigo substituiu o antigo modelo de registro de ocorrência manual.