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Douradina - MS, sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Governo desobriga o uso de máscaras em MS

Estado justifica que o item deixou de ser compulsório por conta da cobertura de vacinação anticovid

Publicado em: 03/11/2021 às 12h05

Guilherme Correia

O Governo de Mato Grosso do Sul desobrigou, nesta quarta-feira (3), o uso de máscaras em todos os municípios. A regra, em vigência desde junho de 2020, não existe mais para nenhum tipo de estabelecimento. No entanto, as autoridades estaduais recomendam o acessório em ambientes fechados ou com aglomerações.

Em coletiva, o presidente do comitê gestor do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia) e secretário estadual de Infraestrutura, Eduardo Riedel, afirmou o que já era estudado há pelo menos duas semanas pelas autoridades.

O decreto nº 15.456, de 18 de junho de 2020, dizia que era obrigatório o uso em determinados ambientes de acesso público. No entanto, ele não dispunha sobre o uso em locais abertos. "Já está posto em nosso decreto, ambientes abertos não têm obrigação de máscara", diz Riedel.

Contudo, o titular da Infraestrutura falou hoje que está "recomendando fortemente" o item. Além disso, o governo fala em caráter de recomendação, não mais de obrigatoriedade. Decreto ainda deverá ser publicado oficializando medidas. "Achamos importante manter [recomendação] em ambientes de aglomeração e ambientes fechados".

O principal motivo para a descontinuidade da regra é o avanço na vacinação, que já atingiu ao menos 65% da população sul-mato-grossense. Por enquanto, o governo estadual segue descartando o passaporte da vacina.

Obrigatoriedade - Desde 22 de junho de 2020, o Governo de Mato Grosso do Sul obrigava o uso de máscaras de proteção facial em todos os municípios, como forma de reduzir danos da pandemia.

Dessa forma, atualmente, o Estado praticamente já não tem mais nenhuma regra sanitária. Vale lembrar que outros lugares do mundo chegaram a desobrigar a máscara, mas voltaram atrás quando casos voltaram a crescer por conta de variantes. Especialistas afirmam que isso era considerado esperado, já que os imunizantes têm maior eficácia contra casos graves, como morte ou internação, ainda que também reduzem transmissão viral.